terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Do twitter de Cileide Alves, leia de baixo para cima:

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Hoje, em entrevista coletiva o nobre Governador não falou nada sobre já ter os recursos, só disse que iria pagar a folha de dezembro hoje, afinal os servidores entraram em greve.

Cileide estava certa, era pura implicância.

Em tempo: O mês de janeiro é de alta arrecadação com o recolhimento do ICMS das vendas de dezembro. Nós não somos bobos Governador.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Fim da Farra

E os dias vão se acumulando, já estamos no dia 12 de janeiro, e tudo vai cozinhando a banho-maria. Vejamos que os Deputados Estaduais já garantiram a boquinha do começo do ano e o governo, que anúnciou cortes, resolveu dar mais alguns detalhes:

Diário da Manhã:
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Assim, vou prestando a atenção nestas reformas, um dia devem detalha-lás de verdade.

Em tempo: O O Popular falou que ninguem fez nada a 09 anos, viu Governador.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Voz do Povo

Uma conclusão correta que ouvi nas ruas, de uma funcionária pública que ainda está com sua remuneração atrasada:

"Essa história de não ter dinheiro é para que não cobrem as promessas de campanha do Governador."

Eu nã diria em melhores palavras. Que tenhamos mais pessoas que vejam além da propaganda midiática.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Déficit

Se tem uma coisa que político esquece é que nem todo mundo é idiota. Chegou a me dar arrepios quando foi anuciado que o Secretário da Fazenda seria um homem que mal conhece Goiás. Imagino que não consiga nem numerar direito nossas fonteiras e conhecer os anseios deste povo que ele está conhecendo agora.

Seria bem melhor ter colocado Valdivino de Oliveira, o cristão novo. Então que traga o homem do oriente.

E Simão Cirineu, que eu não conhecia, chegou mostrando que é bem espertinho, isso mesmo, com suas jogadas já está mostrando a cara do novo governo.

Vejam o Diário da Manhã:

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Vejam vocês, já anunciam no jornal oficial um ROMBO DE R$ 2,7BI, em letras garrafais mesmo, atribuindo a Alcides Rodrigues. O problema aí é que essa conta inclui o ROMBO QUE SERÁ GERADO NESTE GOVERNO, este destaque por minha conta.

Deixo o Jornal Opção explicar:


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Ou seja senhores, o déficit mesmo é R$ 1,3 bi, mas que precisa ser pago mesmo é R$ 500 milhões, o resto dev ser (en)rolado. O s outros R$ 1,4 Bi será o déficit já programado por Marconi? Este novo Secretário vei cheio de idéias novas, idéias bilhonarias. Vamos ficar de olho.

Em tempo: Não fale sobre déficit Governador, eu já falei aqui que você não deve falar.

Caras Velhas

Talvez algum dia alguém me critique por usar matéria do Diário da Manhã, mas este jornal pede para ser usado, ele é tão Marconi que rola um boato a boca pequena que hoje Marni Perillo seria de fato o dono do Diário. Não seria nenhum surpresa.

Então, circulou um caderno especial sobre a posse do Governador, mirem na capa deste caderno:

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Mas eu pergunto a quem por aqui passa, que mudança é esta? Um Governador que esteve no cargo de 1999 até 2006 e deixou em seu lugar seu vice, engessado, diga-se de passagem.

Esta mudança não existe, são os mesmo. E estão de olho no dinheiro público! Olha só quem tá voltando, Giuseppe Vecci, velha cara nova:

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Falando nele, lembram-se da Bolsa Universitária? Pois então, uma auxílio concedido pelo governo para estudantes pobres cursarem uma universidade particular, ótimo, e a agora a pergunta mágica, quem era o dono de uma das universidades mais beneficiadas? Giuseppe Vecci, dono da Cambury. Isso que eu chamaria de tranferência de renda. Era tão bom que pouco antes de sair e ver seus esquema fura fou vendido o campus com mais alunos para a Universidade Católica de Goiás.

Alguns passarinhos diziam que o Governador era sócio deste rentável negócio.

Em tempo: Se Marnoni declarou possuir pouco mais de 1,6 milhão de reais, eu ofereço 8 milhões à vista em tudo, eu disse tudo, inclusive aquela fazenda no Mato Grosso que ele tem.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

História a ser contada

Sabe acho que esse é um dauqeles momento em que o Governador arrepende de tocar no assunto. Pois é, quem é ele pra falar de salários atrasados. Ainda bem que a memória não falaha nestes momentos e o ano de 2006 foi logo ali.

Primeiro vamos ver o que o Governado do Estado de Goiás disse nestes primeiros dias:

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"... porque seus salários não foram pagos, oa contrário do que fiz quando deixei o governo há quatro anos e nove meses...
... Nas próximas horas a população conhecerá em detalhes tudo o que aconteceu nos escaninhos do governo."

É uma falta de vergonha dizer isso. todos lembram o que ocorreu quando o Governador deixou o Palácio das Esmeraldas, inclusive foi um dos motivos para o ropimento entre este e Alcides Rodrigues.

Veja o que diziam as notícias da época: [19/06/2006]

Alcides não consegue explicar atraso dos salários

Mesmo com a promessa de dar prosseguimento ao Tempo Novo, Alcides não mantém folha em dia. Servidores vêem caso com apreensão

Durante sete anos e três meses, o governo do Estado conseguiu pagar em dia os servidores, por que Alcides Rodrigues Filho atrasa a folha do funcionalismo, desde a posse, em abril último?(...)Um dos motivos que se apurou nos bastidores é que Alcides Rodrigues recebeu uma "batata quente" das mãos de seu antecessor, o ex-governador: Marconi Perillo concedeu reajustes salariais a torto e a direito, aprovou planos de cargos e salários e ainda limpou o "tacho", ou seja, fez antecipação de receitas e "engessou" a administração Alcides Rodrigues.(...) Sem independência política para denunciar possíveis artimanhas de Marconi Perillo, o governador Alcides Rodrigues dá demonstrações de estar perdido, se desgasta junto ao funcionalismo e já não esconde sua contrariedade com a "herança maldita" que recebeu do padrinho político. Nos bastidores, sabe-se que o tucanato anda "tiririca" com o Palácio das Esmeraldas pelo fato de ter escolhido o pefelista Oton Nascimento Júnior para a Secretaria da Fazenda, quando o indicado para o cargo por Marconi Perillo era outro. O próprio ex-governador teria dito a interlocutores que se o titular da pasta fosse outro, a situação do funcionalismo não teria chegado ao ponto em que está. Comenta-se ainda que o ex-governador fala horrores de Alcides quando o assunto Secretaria da Fazenda.(...) O governador disse, várias vezes, que os reajustes só entraram em vigor em sua gestão – o acréscimo na folha desde que assumiu, em abril, é de R$ 60 milhões. A afirmação soou claramente como uma estocada no ex-governador Marconi Perillo, que teria sido – obviamente – o responsável pelos aumentos quando dos estertores de sua saída do Governo de Goiás.

Íntegra aqui: Jornal Estado de Goiás

Não sou ignorante ao ponto de dizer que Marconi Perillo atrasou os salários no fim de seu mandato. Mas sou esperto o suficiente para ter a certeza que foram suas ações que motivaram aquele atraso.

Então Governador, baixe o tom ao falar de Alcides Rodrigues, o senhor fez muito pior.

Em tempo: Eu gostaria muito que contassem detalhes de tudo que ocorreu nos escaninhos do governo, mas nada será dito, principalmente sobre como começou aquele Governo Alcides Rodrigues.

Primeiros anúcios

Para início de conversa, lembram do falado decretão de Iris? Pois então, as primeiras medidas anunciadas pelo Governador decretaram o fim desta antiga e injusta cobrança contra o Antigo Governador. Explico. Naquela ocorrência de 1982 a Justiça julgou nulo o decreto concedendo estabilidade a toque de caixa. Muitos servidores se quer tinham função na máquina estatal. Foram exonerados 21 mil e administração continuou funcinando bem. Hoje serão dispensados 10 mil servidores temporários, TEMPORÁRIOS SÃO DIFERENTES DE COMISSIONADOS, contratados para suprir vagas a serem ocupadas pelo novos servidores concursados.

Ótimo seria se fossem chamado os servidores já aprovados em concurso público e prontos a serem empossados, contudo, ainda dentre as primeiras medidas estão a suspensão de nomeações de concursados e suspensão de novos concursos públicos.

Talvez estes cargos vagos sejam ocupados por outros temporários, "amigos do rei", nos próximos dias.

Esse número, 10 mil, foi um número tirado de onde? Quais as funções desses 10 mil funcionários? Por qual motivo os outros 12 mil continuarão recebendo? Isso deve ser respondido.

De mais a mais, o Diário da Manhã poderia ao menos ter a coragem de escrever "demissão" ou "dispensa" em algum lugar, o Jornal Opção escreveu, mas o correto é dispensa. Ninguém acertou.

Diário da Manhã:
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Jornal Opção:
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Em tempo: o "O Popular" deixa de usar o "popular" e também fala em cortes, exoneração, afastamento, nunca em demissão, ou dispensa.